Trabalhando com a comunidade de desenvolvedores
A ferramenta boo-box nasceu da mistura de Web Services e APIs de e-commerces, links com códigos de afiliados em HTML, bibliotecas, frameworks e plugins em código livre. Sem essas ferramentas abertas nós não teríamos conseguido criar aplicações que têm ajudado mais de 1000 publicadores de conteúdo a ganhar mais (e melhor) com o que publicam na Web.
Em novembro de 2007 liberamos a boo-api, que permite que desenvolvedores usem nossa infraestrutura pra buscar ofertas em qualquer um dos e-commerces que temos integração, a intenção é devolvermos pra comunidade o conhecimento que adquirimos usando as ferramentas deles.
Além disso, o modo como criamos os boo-links é simples, desenvolvedores que não trabalham aqui conseguem programar ferramentas que criam links boo-box de maneiras que nós não pensamos. É o nosso jeito de criar uma comunidade de desenvolvedores em torno de nossa missão.
Com essas duas características: API aberta e modo facilitado de criação de links boo-box, alguns desenvolvedores criaram ferramentas de inserção de links boo-box e maneiras criativas de exibir ofertas.
Paulo Duarte criou Plugin Wordpress Imagem Boo-Box e módulo Boo-Box para aLinks, Richard Barros criou Boo-Box it! Plugin de Wordpress para monetização de blogs, GraveHeart criou o bootube, Pedro Menezes criou Boo-Boxifier, Manoel Netto criou pra uso próprio a primeira versão dos widgets, vários outros programadores continuam criando outras ferramentas pra uso da inteligência e infra-estrutura da boo-box.
Nós percebemos essas aplicações criadas proativamente e resolvemos absorvê-las em nossos projetos, olhamos os códigos-fonte, criamos novos recursos, alteramos algumas coisas e relançamos na forma de plugins de Wordpress e boo-widgets.
É o ciclo do desenvolvimento (inteligente) pra Web: pegamos recursos abertos de programadores e e-commerces, criamos ferramentas que foram liberadas pros desenvolvedores, estes criaram novas ferramentas, que foram absorvidas por nós, alteradas e liberadas novamente.

